domingo, 27 de março de 2011

Eduardo Paes prefere "temperar comida" com remédio

Eduardo Paes disse em entrevista no rádio, que a diversidade de pinturas dos ônibus, um dos símbolos da Cidade - outrora - Maravilhosa, lembra a pintura de azeite português (no sentido pejorativo). Busólogos e a comunidade portuguesa se irritaram com a declaração.

Paes, pelo jeito deve adorar as embalagens de remédio, sobretudo os do laboratório Boehringer Ingelheim, que inspiraram a estética adotada compulsivamente para a frota municipal carioca.

Eu mesmo sou um apreciador do delicioso azeite português. Quando coloco gotas de azeite português em minha comida, chega a abrir o apetite de tão gostosa que fica a comida temperada desta forma. Ah, saudações ao simpaticíssimo povo português, injustamente alvo incessante de piadas maldosas. Essa de Paes foi mais uma que deixou os portugueses irritados, com muita razão.

Daqui a pouco veremos todas as casas da Lapa sendo pintadas com a insossa cor-de remédio, iniciando uma padronização dos prédios cariocas.

Vejam o que ele mandou fazer quando percebeu que havia duas garrafas de azeite português durante um jantar oferecido por ele:



sábado, 26 de março de 2011

Eduardo Paes diz que os ônibus do Rio pareciam latas de azeite português

        







        Mais uma vez o prefeito Eduardo Paes mostra a sua arrogância em relação as pinturas dos ônibus do Rio. Nesta última quinta feira, ele foi entrevistado pelo radialista Roberto Canázio na Radio Globo, e lá ele ficou dizendo que as pinturas dos ônibus pareciam azeite português (chamando as latas de azeite português de cosa feia), o que irritou a comunidade portuguesa que ligou para o programa, deixando o prefeito constrangido com o que havia dito. Como sabia que as perguntas feitas a ele e os ataques as padronização seriam invevitáveis, a produção do programa não apresentou as perguntas e críticas ao prefeito.
          De certa forma, isso mostra o quanto seu projeto é arrogante assim como seu autor, pois foi feito cima para baixo, ou seja, sem consulta popular e sem estudar a real necessidade da medida como um todo. Seu propósito é esclusivamente de maquiagem e propaganda politica. Quanto ao resto das opiniões sobre isso, os leitores deste blog ja sabem o nosso posicionamento. Este é mais um motivo para vocês participarem do abaixo assinado que será entregue ao Ministério Publico, juntamente com o inquérito que investiva esta licitação fajuta. Leiam a matéria do Blog Brasil, Um Pais de Tolos do nosso amigo Marcelo Delfino. Vamos lutar para esta medida ditatorial caia de verdade. Não votemos neste salafrário no ano que vem! E só!




Ônibus cariocas: latas de azeite português ou caixas de remédio?


Ontem, o prefeito Eduardo Paes disse no programa do Roberto Canázio na Rádio Globo que o antigo padrão de pintura das empresas de ônibus cariocas faz os ônibus parecerem latas de azeite português.

Não perdi a oportunidade de responder ao próprio alcaide pelo Twitter. Sabe como é... Enquanto seu antecessor não sai de seu Ex-Blog, ele mesmo é frequentador assíduo do Twitter.

@eduardopaes_ Se os padrões de pintura das empresas de ônibus parecem de latas de azeite português, SEU padrão parece de caixas de remédios

@eduardopaes_ Portadores de deficiência visual parcial não distinguem ônibus de uma linha de outra com esse padrão de caixa de remédios

Fontes: aqui e aqui.

Se este país fosse uma democracia de verdade, este tipo de mudança na pintura dos ônibus cariocas seria objeto de plebiscito ou referendo municipal.

5 comentários:

Marcelo Pereira disse...
Pelo jeito a pintura criticada foi a da Braso Lisboa, a que considero a segunda mais linda depois da Bangu. Ela realmente lembra a estampa de lata de azeite, o que não deve ser considerado como defeito. Já as estampas de remédio, devem sugerir que o alcaíde que pensa que governa para os espanhóis, toma bastante Berotec (http://www.saisdaterra.com.br/config/imagens_conteudo/produtos/imagensGRD/GRD_3078_berotec%20sol%2020ml.jpg), cuja caixa tem estampa parecida com a pintura escolhida, inclusive nos detalhes.
MPierre disse...
Já meio que imaginava a resposta dele que é a arrogância temperada por uma ironia. Quando disse embalagem de azeite, devia se referir aquelas empresas que tinham pinturas tradicionais e históricas (principalmente uma que tinha uma pintura creme/azul com a faixa vermelha de baixo da janela com MAIS de 50 anos e atua na Zona Sul) que, simplesmente, foram por saco só para imitar por imitar. E Londres? Outro detalhe: se distanciou politicamente do sr.César Maia, mas, está cumprindo a cartilha do seu ex-chefe onde as palavras tradição e história não fazem parte do seu vocabulário. Quem não se lembra do tradicional Tívoli Park tirada à força pelo sr.César Maia?
Marcelo Delfino disse...
Não é ironia, xará. É deboche. Não se mistura arrogância com ironia. Ou se faz uma coisa ou outra. Mas é possível misturar arrogância com deboche. Que é o que o alcaide faz.
MPierre disse...
Pois é, ele já fez piadinhas para o canal pago ESPN pela postura crítica da realização da Copa 2014 e das Olimpíadas de 2016. Esse cidadão soltou essa para eles em 2009: - Qual é, ESPN, está de baixo astral?
Marcos disse...
Quem ouviu a entrevista do Sr. Eduardo Paes no Programa Canázio, viu que foi uma vergonha, o Comunicador da Globo foi de uma passividade impressionante, não abriu para perguntas dos ouvintes, o Prefeito já sabia de todas as perguntas, questionei bastante por e-mail, o Canázio é um dissimulado, como sabemos a Tupi e a Globo estão com rabo preso com o PMDB de Cabral e Paes... Ainda questionei o apresentador sobre a tentativa de assassinato Blogueiro Ricardo gama, ele não deu uma linha sequer, na Tupi foi a mesma coisa com o Clóvis Monteiro. A Imprensa carioca é uma vergonha!

quarta-feira, 9 de março de 2011

Ator faz belo texto contra a padronização de ônibus

ESPREMENDO A LARANJA: Enquanto na busologia a padronização visual adotada na frota municipal do Rio de Janeiro vem ganhando mais adeptos, fora dela aumentam cada vez mais pessoas indignadas com essa medida tomada pelo prefeito Eduardo Paes e pelo seu secretário Alexandre Sansão de maneira arbitrária, sem plebiscitos, enquetes ou consultas de qualquer tipo.

Este texto pego no jornal O Globo, escrito por um ator de teatro, mostra a sua indignação numa linguagem quase poética, digno de alguém com sensibilidade.

Ordem sem tristeza

ROGÉRIO CORREA - Extraído de O Globo por Michel Levy e postado no Orkut

Quem não tem na memória as cores dos ônibus que fizeram e fazem parte da sua vida? Quem, como eu, nasceu e foi criado na Zona Norte, deve ter tomado muito o 438, que desde que me lembro, sempre foi laranja, e o 606 (vulgo “doriana”), que há décadas ilumina as ruas com um verde claro chamativo.

Sempre tivemos, na Cidade do Rio de Janeiro, cores tradicionais de linhas específicas, cores geralmente alegres, como o espírito do carioca.

Não é só uma questão de tradição e estética. É uma questão de praticabilidade. Pode-se identificar um ônibus a se aproximar do ponto a uma grande distância. Ou melhor, podia-se. Agora, pouco a pouco, os nossos ônibus estão ficando todos iguais, igualmente feios.

Sem discutir aqui os méritos do Choque de Ordem da Prefeitura da nossa cidade, creio que todos concordamos que um pouco mais de ordem seria bem vinda ao caos quotidiano do Rio de Janeiro. Porém, dentro desta perspectiva, devemos lembrar que o Rio tem uma saudável tradição de ser uma cidade colorida e alto astral.

Qualquer ordem proposta pelo governo (municipal, estadual ou federal) para a Cidade Maravilhosa deveria ter em mente esta tradição multicor. Não queremos ver o Rio transformado em Berlim ou em Londres, pelo menos não no aspecto estético.

No passado recente, o colorido das nossas praias cariocas já foi prejudicado pela interferência do governo nos guarda-sóis de aluguel, que foram todos uniformizados na cor vermelha. As praias da cidade hoje em dia lembram Brasília no dia da primeira posse do Presidente Lula: um mar vermelho que não Moisés que parta. Foi-se o colorido da praia. Porque não uniformizaram os guarda-sóis em 3 ou 4 cores diversas?

Mas pelo menos o vermelho escolhido para eles foi uma cor viva como o espírito do carioca. O mesmo não se pode dizer da presente uniformização dos ônibus urbanos. Estes estão pouco a pouco sendo pintados, todos iguais, com cores tristes e desmaiadas, com uma predominância infeliz do cinza.

Nem o vermelho dos double deckers de Londres* nos foi oferecido. Cinza! E ao cinza se adicionam detalhes em cores pastéis esmaecidas, cores de alface murcho. Quem planejou isso? Quem escolheu esta triste estética acinzentada? Um paulista? Um europeu? Um daltônico? Um fascista?

Se esta tendência for mantida, logo, logo os times de futebol e as escolas de samba serão também obrigados a se colorirem de cinza.

Esta padronização é um ataque à herança cultural da nossa cidade e deve ser imediatamente estancada e revertida. Por que se gastar tanto dinheiro para diminuir o colorido e a beleza da cidade? Que importemos o que o primeiro mundo tem de bom, como a ordem, mas sem perder o que a alegria e o colorido cariocas. Estes são nossos, uma parte importante do nosso patrimônio cultural. Não acinzente a nossa cidade, Sr. Prefeito!

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* NOTA: Nem o sistema de Londres é padronizado. Eu pesquisei (e postei aqui) e soube que os famosos vermelhinhos são apenas os ônibus que servem o centro da cidade. É uma padronização de serviço. Fora do centro, nota-se uma surpreendente variedade de pinturas e modelos de ônibus na capital inglesa, de fazer envergonhar o prefeito carioca que teve a asneira de dizer que a padronização visual é uma "tendência mundial". Falta de informação dá nisso.

A diversidade de pinturas era um dos símbolos da Cidade Maravilhosa. O que ele fez com os ônibus foi comparável a colocar saia no Cristo Redentor e acabar com a ondulação do Pão de Açúcar. Lamentável e vergonhoso.


segunda-feira, 7 de março de 2011

Fotos da garagem da Matias com a padronização generalizada

  
   Conforme prometido, estou publicando aqui as fotos tiradas pelo amigo Marcelo Delfino sobre  garagem da Matias no Engenho de Dentro. Tanto o muro quanto os portões eram verde escuros. Agora a cor é a das pinturas padronizadas, infelizmente. Confira!

Padronização das pinturas dos ônibus oculta ônibus piratas em Brasilia e outras mazelas graves

    Mais uma prova de que a padronização só serve para ocultar ilegalidades. No blog Rede de Transporte Integrada, foi denunciado que ônibus piratas estão falsificando a pintura padrão dos ônibus do DF e ainda inventando números de órdem ficticios. Nesta mesma onda, empresários corrúptos aproveitam para manter ônibus proibidos pela DFTrans de circular. 
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quinta-feira, 3 de março de 2011


DF: GDF reconhece que não tem controle sobre linhas de ônibus piratas

Falta de controle no transporte público: uma empresa de ônibus que não pode funcionar no DF foi autorizada pelo DFTrans a operar linhas regulares.

Os ônibus piratas têm a marca do GDF e são iguais ao resto da frota. A diferença é o número: no cadastro do DFTrans não existem carros que começam com o prefixo 103 – e, mesmo não parecendo, eles são ônibus piratas. “Eles serão retirados de circulação, eles não podem operar. É um número muito grande, muito expressivo de carros piratas infelizmente circulando no DF”, reconhece o diretor do DFTrans, Marco Antônio Campanella.

O contínuo Arismar Silva Lima conta que já denunciou ao DFTrans a existência de uma linha pirata saindo da Rodoviária do Plano Piloto. Ele teria descoberto porque, na hora do embarque, o ônibus foi desviado para fazer outro trajeto. Hoje Arismar voltou ao posto de fiscalização e constatou que o ônibus continua circulando.

O descontrole sobre as linhas e a frota de ônibus é tão grande que, no fim do ano passado, o DFTrans autorizou a transferência de veículos para três novas empresas sem qualquer processo de licitação. Uma delas, a Rota do Sol, chegou a circular com 74 ônibus da Riacho Grande. No mês passado, a operação foi considerada ilegal e anulada.

A Viva Brasília, proprietária dos ônibus com numeração 103, informou que os carros rodam com o conhecimento do DFTrans e encaminha ao governo os relatórios de receita das linhas
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Fonte: Portal DFTV (http://dftv.globo.com/Jornalismo/DFTV/0,,MUL1651409-10040,00-GDF+RECONHECE+QUE+NAO+TEM+CONTROLE+SOBRE+LINHAS+DE+ONIBUS+PIRATAS.html
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sábado, 5 de março de 2011


DF: Arruda e Fraga são acusados de inchar sistema de transporte sem licitação


O ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, o ex-secretário de Transportes Alberto Fraga e o ex-diretor do DFTrans Paulo Henriue Munhoz são acusados de inchar o sistema de transporte coletivo da capital federal com 975 ônibus sem licitação. Os veículos foram incluídos no sistema a partir de 2007, quando o governo iniciou o programa de renovação da frota, e teria sido montado em reuniões da residência oficial de Águas Claras com a presença dos três e dos empresários do setor.

De acordo com a polícia, o então governador obrigou as empresas a renovar a frota e, ao mesmo tempo, manter os ônibus velhos rodando, sob ameaça de permitir o retorno das vans ao sistema e fazer licitação. Os veículos velhos foram cadastrado no DFTrans sob a condição de excepcionais, mas a polícia investiga a existência de pelo menos outros 400 carros piratas. A investigação começou em novembro de 2009, com a denúncia de um cooperado.

Nos próximos dias, a Polícia Civil vai mandar um documento para a secretaria de Transporte e DFTrans comunicando as irregularidades encontradas. Arruda, Fraga e Paulo Munhoz vão ser intimados a depor nos próximos dias. Os três já estão indiciados pelo crime de dispensa ilegal de licitação, previsto no artigo 89 da lei 8.666.

Fonte: Correio Braziliense (http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2011/03/05/interna_cidadesdf,241212/arruda-e-fraga-sao-acusados-de-inchar-sistema-de-transporte-sem-licitacao.shtml)"

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segunda-feira, 7 de março de 2011


DF: Muitas irregularidades no sistema de transporte público estão por vir


A devassa que a Polícia Civil faz no sistema de transporte público coletivo está apenas no começo. Há um ano e três meses, investigadores da Divisão Especial de Repressão aos Crimes Contra a Administração Pública (Decap) preparam o terreno para desbaratar um suposto esquema criminoso que beneficiava poucos e prejudicava milhares de usuários do transporte público.

A segunda fase da Operação Drakkar terá o reforço importante de uma série de documentos que foram apreendidos durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão cumpridos na última sexta-feira, no posto de atendimento da Fácil, no Setor de Diversão Sul (Conic). O alvo é desmembrar e identificar os principais beneficiários do esquema. Os investigadores querem identificar quem recebia propinas e quem pagava os valores aos mais interessados em inchar o sistema com veículos sucateados.

Sabe-se que o esquema teria começado ainda em 2007, quando o governo iniciou o programa de renovação da frota, e teria sido montado em reuniões da residência oficial de Águas Claras. Dois anos depois, o faturamento com a atividade ilícita teria aumentado, quando cerca de 350 novos ônibus deveriam ter sido usados para substituir parte da frota. No entanto, a frota que chegou a ser exposta no Eixão Sul pelo então governador José Roberto Arruda, serviu para acrescentar e não substituir veículos que deviam ter parado de rodar. “A nova fase da investigação pretende apurar quem faturava com esse esquema. Os documentos que foram apreendidos serão importantes para esclarecer algumas dúvidas”, explicou o diretor da Decap, delegado Flamarion Vidal.


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segunda-feira, 7 de março de 2011


DF: Muitas irregularidades no sistema de transporte público estão por vir


A devassa que a Polícia Civil faz no sistema de transporte público coletivo está apenas no começo. Há um ano e três meses, investigadores da Divisão Especial de Repressão aos Crimes Contra a Administração Pública (Decap) preparam o terreno para desbaratar um suposto esquema criminoso que beneficiava poucos e prejudicava milhares de usuários do transporte público.

A segunda fase da Operação Drakkar terá o reforço importante de uma série de documentos que foram apreendidos durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão cumpridos na última sexta-feira, no posto de atendimento da Fácil, no Setor de Diversão Sul (Conic). O alvo é desmembrar e identificar os principais beneficiários do esquema. Os investigadores querem identificar quem recebia propinas e quem pagava os valores aos mais interessados em inchar o sistema com veículos sucateados.

Sabe-se que o esquema teria começado ainda em 2007, quando o governo iniciou o programa de renovação da frota, e teria sido montado em reuniões da residência oficial de Águas Claras. Dois anos depois, o faturamento com a atividade ilícita teria aumentado, quando cerca de 350 novos ônibus deveriam ter sido usados para substituir parte da frota. No entanto, a frota que chegou a ser exposta no Eixão Sul pelo então governador José Roberto Arruda, serviu para acrescentar e não substituir veículos que deviam ter parado de rodar. “A nova fase da investigação pretende apurar quem faturava com esse esquema. Os documentos que foram apreendidos serão importantes para esclarecer algumas dúvidas”, explicou o diretor da Decap, delegado Flamarion Vidal.



DF: Polícia diz que número de ônibus irregulares rodando na capital é incerto


A Delegacia de Combate ao Crime Contra a Administração Pública indiciou o ex-governador José Roberto Arruda, o ex-secretário de Transportes Alberto Fraga e o ex-diretor do DFTrans Paulo Munhoz pelo crime de dispensa ilegal de licitação. Eles também são acusados de coagir os empresários do setor de transportes. Na próxima semana, eles serão intimados a depor. Se forem condenados, os ex-dirigentes podem pegar de três a cinco anos de prisão.

As investigações começaram em novembro do ano passado, a partir da denúncia de um representante de cooperativa de ônibus. De acordo com a polícia, ele contou que durante uma reunião na residência oficial de Águas Claras em 2007, os empresários do setor foram coagidos pelo ex-governador, que teria exigido o ingresso de mais ônibus nas ruas do DF, mesmo sem licitação. Se a ordem não fosse cumprida, as vans voltariam a circular e as empresas poderiam até mesmo perder a concessão dada pelo governo.

O resultado: cerca de mil ônibus que deveriam ter sido retirados de circulação há quatro anos, com a chegada da nova frota, estão rodando até a hoje. A polícia ainda não sabe o número de ônibus irregulares circulando no DF. Por isso, os delegados querem confrontar dados da Fácil, que cadastra todos os veículos, com as informações oficiais do DFTrans. Ontem, agentes da Delegacia de Combate ao Crime Contra a Administração Pública apreenderam documentos e computadores na sede da Fácil, no Setor Comercial Sul.

Alberto Fraga considerou a acusação insana e afirmou que, para renovar a frota de ônibus, não é preciso fazer licitação. Paulo Munhoz e José Roberto Arruda não atenderam as ligações da reportagem do DFTV.

Fonte: Portal DFTV (http://dftv.globo.com/Jornalismo/DFTV/0,,MUL1651822-10040,00-POLICIA+DIZ+QUE+NUMERO+DE+ONIBUS+IRREGULARES+RODANDO+NO+DF+E+INCERTO.html
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Fonte:http://onibusrmtca.blogspot.com


terça-feira, 1 de março de 2011

E a padronização segue lamentavelmente



       


                Reboque padronizado da Viação Alpha na Rua Siqueira Campos em Copacabana.


        Infelizmente a padronização dos ônibus do Rio segue de maneira acelerada. Conforme foi citado aqui, reboques, muros, portões de garagens, cabines de despachantes e uniformes de funcionários escapam da padronização. Se duvidar até os frescões deverão ser padronizados, embora muita gente negue que isso aconteça. Porém se ja padronizaram atéo que não tem nada ha ver como reboque, muros e portões de garagens, por que eles não iriam padronizar os frescões?
     O pior é que tudo isso só serve para três coisas: maquiagem, pois os ônibus internamente não sofrem qualquer tipo de reforma, imitar maus exemplos de outras cidades, e o que é pior fazer propaganda politica, pois é para isso que ela serve. Enquanto isso, o sistema BRT está sendo terceirizado e mau gerido. Leiam a matéria do Ricardo Gama. E só!