
Vão anotando aí. Nem o mais otimista tecnocrata deveria esperar que a medida da padronização visual vá vingar em vinte anos no Rio de Janeiro. Se a medida se desgasta em São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte, quanto mais no Rio, onde a medida é claramente repudiada pela população.
Sendo mais otimista, a medida vingará dez anos, isso forçando muito a barra, com teimosia de autoridades e tudo. Isso até quando os erros não puderem mais ser escondidos, o que já pode ocorrer dentro de dois anos.
A medida já gera uma verdadeira comédia de erros, e entre eles é o nome de um dos consórcios, Santa Cruz, que anda assustando muito a população da Zona Oeste, que já deve estar pensando que se trata de uma única empresa. "Essa Santa Cruz está comprando tudo quanto é linha", é o que se ouve entre os moradores de Campo Grande, Bangu, Santa Cruz e adjacências.
Há também o caso da linha 743 Bangu / Barata, cujos ônibus fardados passaram a ser boicotados pela população desconfiada, causando prejuízo para a empresa-sócia ligada à paraestatal Viação Cidade do Rio de Janeiro.
Fora isso, há também o caso de empresas que participam em consórcios diferentes jogando carros de um consórcio em linha de outro. A Madureira Candelária (ou o que sobrou dela) colocou um ônibus do consórcio Internorte na linha 355 Tiradentes / Madureira, do consórcio Transcarioca (Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Madureira). Há casos também com a Gire e a Três Amigos (ou o que sobraram de ambas).
Se o episódio da padronização visual pudesse ser lembrado numa obra literária, só se for no Febeapá, se caso Sérgio Porto estivesse vivo.
O que é pior nessa Gire e não estou engolindo bem é a essa bagunça de ter 2 prefixos dando margens para a RIOITIZAÇÃO.
ResponderExcluirDiferente do caso das 3 Veras Cruz nas intermunicipais, que são empresas DIFERENTES, o caso da Gire é uma bagunça patronicada por esses políticos medíocres.