
A medida do prefeito do RJ, Eduardo Paes de padronizar visualmente os ônibus e submetê-los à administração centralizada da Secretaria Municipal de Transportes está causando sérios problemas que, com o tempo, colocarão esse conjunto de medidas à falência irreversível.
Um busólogo comentou a respeito da greve dos funcionários da Translitorânea, uma das sócias da paraestatal Viação Cidade do Rio de Janeiro, e o risco de outras associadas da Intersul (um dos consórcios em que se envolve a Translitorânea, que também participa do Transcarioca), como Real e São Silvestre, serem multadas devido à paralização de outra.
Ou seja, tantos problemas que se vê com esse modelo de transporte coletivo, a gente até teme o contrangimento enorme que as autoridades e os turistas estrangeiros terão com o sistema de ônibus carioca, o que pode "queimar" definitivamente a imagem de Paes, Sérgio Cabral Filho e outros aliados do esquema.
Segue o comentário do busólogo, de nome Vander:
"Li o comentário do amigo Jaime ele sintetizou o fato negativo da pintura padronizada, e vou além, com essa pintura dos consórcios nivela-se por baixo a qualidade das empresas. Por exemplo: na última semana os funcionários da Translitoranea fizeram uma greve por melhores condiçoes de trabalho e salários atrasados. A prefeitura queria punir o consórcio por afetar as pessoas que utilizam suas linhas. Agora é justo a Real, São Silvestre e Vila Isabel que prestam um bom serviço serem punidas pela incompetência dos gestores da Translitoranea? Por isso que a manutençâo das pinturas das empresas era fundamental para que a população possa reclamar da referida empresa e aí sim ocorrer a melhora do serviço de ônibus na cidade".
Um absurdo punir inocentes. Já vi esse filme na Lei Eleitoral, quando se tira emissora de rádio ou de TV no ar por propaganda política em determinado lugar, mas, atinge inocentes. No futebol, idem, com os portões fechados prejudicando o torcedor de BEM.
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