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A campanha anti-padronização ainda continua ativa, participem!

       A campanha contra padronização das pinturas do ônibus do Rio continua ativa. Anteontem, estive com os bombeiros na Alerj assinando o abaixo assinado pela anistia dos 400 guerreiros. Ainda esta semana e na semana que vem, pretendo entrar em contato com eles sobre nossa causa e sobre essa mudança de numeração de linhas sem critério. E na mesma semana, faremos uma nova rodada de divulgação do abaixo assinado nos principais locais de circulação do Rio. Embora esta mudança nas pinturas já esteja avançada, ainda há tempo de dete-la, pois ela assim como esta mudança desnecessára de numeração de linhas, estão trazendo um tremendo transtorno para empresas e passageiros. O exemplo mais gritante desta mundaça de linha é o caso da S27 ( Marechal Hermes - Urucânia), que havia mudado para 897 e agora é 738 confundindo rodoviários e passageiros. Por conta disso, nós também iremos criar um abaixo assinado para reverter esta mudança de linhas.   ...

PADRONIZAÇÃO VISUAL DE ÔNIBUS NÃO SEGUE A LÓGICA DO TRÂNSITO

Um bom exemplo do que a medida da padronização visual dos ônibus vai contra a lógica geral do trânsito nas cidades é a comparação com os carros de ambulância, bombeiros e outros. Pode parecer que uma coisa não tem a ver com outra, mas tem. Veja uma ambulância como esta da foto. Certamente parece uma grande bobagem a palavra "Ambulância" aparecer escrita ao contrário, uma coisa de débil mental, não é mesmo? Nada disso. A palavra "Ambulância" está escrita ao contrário para facilitar o reconhecimento do veículo pelo motorista de um outro veículo a vê-lo pelo retrovisor. É uma medida de facilitação de reconhecimento, portanto. No caso dos ônibus, a padronização visual dificulta o reconhecimento dos ônibus por pessoas que vivem ocupadas no dia-a-dia. Portanto, a diversidade visual, que tornaria um ônibus reconhecível pelo visual de cada empresa, não é mera questão de estética, mas de utilidade pública. Postado por A. F. às 15:51 ...