



Enquanto os erros do projeto de padronização visual do Rio de Janeiro não se tornam conhecidos na sua ineficácia, quem reage contra essa medida arbitrária, expressão de um modelo tecnocrático de transporte coletivo que, mesmo decadente, será mantido para o bem de uma elite de dirigentes esportivos em 2014 e 2016, fará o que pode.
No nosso caso, vamos mostrar ônibus novos do Rio de Janeiro sem a mesmice do visual padronizado. Uma das estreias é da Transportes Campo Grande.
Integrante do Consórcio Santa Cruz, um dos braços da paraestatal Cidade do Rio de Janeiro, a Campo Grande nunca teve carros da CAIO Apache VIP 2 com o visual original e bonito da empresa. Por isso, resolvemos lançá-lo com o visual que teria se tal medida arbitrária e politiqueira - que anda seduzindo uma minoria de busólogos que sonham, talvez, com cargos políticos no futuro - tivesse, ao menos, sido vetada.
As primeiras fotos aparecem aqui, em primeira mão, que serão depois divulgadas amplamente em outros sítios vinculados. Para acompanhá-los, também colocamos a foto montagem de Vítor Hugo Pereira (não é meu parente), o amigo busólogo que também lamentou a padronização visual.

Agora, para aqueles que fazem montagens, temos o Torino do Grupo Redentor e da Transportes Esstrela se não houvesse a famigerada encampação branca.
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