Como politico adora aparecer com estes artifícios! Dessa vez de uma forma até correta, pois identifica por bairro e não por zona de operação. De fato, na prática se fosse implantado em todo Rio e cada cor fosse por bairro, de fato seria uma mão na roda, como acontece com o transporte alternativo, por exemplo. Mas como objetivo da padronização em qualquer lugar do pais não é e nunca será este, nós do blog continuaremos a condena-la, ja que quando o serviço é operado pela iniciativa privada, esta é quem deveria aparecer, justamente para orientar o passageiro em seus trajetos e para fins de fiscalização popular e da mídia. Uma vez que o objetivo da padronização visual sempre é por vaidade politica, corrupção e marketing politico. Embora nossa campanha pareça perdida, ela continua e não se direcionará apenas ao Rio de Janeiro, mas a todas as cidades do país. Um local que um dia padronização poderá cair, pois tem gente que está pronta para aderir é São Paulo, uma vez que eles já conhecem há mais de trinta anos os efeitos maléficos desta medida de carater autoritário, já que a população nunca é consultada em situações como essa. Ela sempre é imposta de cima pra, baixo e sempre de forma autoritária. Nossa campanha continua, e se Deus quiser, atingiremos nosso objetivo. E só!
ÔNIBUS NO LUGAR DOS BONDES DE SANTA TERESA.
Novo sistema será implantado em 2013 com ajuda da Carris de Portugal.
Modelo de micro-ônibus que a partir desta segunda-feira, dia 07 de novembro,
substitui os bondes tradicionais de Santa Teresa.
Os serviços de bondes foram suspensos depois de tragédia com descarrilamento de bonde
que provocou a morte de 06 pessoas e ferimentos em outras 50.
Os bondes só devem voltar a prestar serviços em 2013 e não serão os mesmos tradicionais.
Haverá um novo modelo de veículo e sistema operacional que serão implantados
em colaboração da Carris de Portugal, que em Lisboa opera bondes com
topografia semelhante a de Santa Teresa e que nos anos de 1940 já operou o
bondinho tradicional no Rio de Janeiro. Ilustração: Divulgação da Prefeitura do Rio de Janeiro
Passagem continua sendo de R$ 0,60. A diferença entre os R$ 2,40 da tarifa regular
dos ônibus e o valor pago pelos passageiros, de R$ 1,80, será bancada pela Prefeitura do Rio de Janeiro
ADAMO BAZANI – CBN
A cena dos tradicionais bondinhos de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, por enquanto não poderá ser vista mais. E talvez o mesmo sistema não será visto nunca mais.
Isso porque, o Governador Eduardo Paes anunciou que somente em 2013 é que bondes irão circular por Santa Teresa com um sistema modernizado e novos veículos.
Os investimentos serão na ordem de R$ 40 milhões.
Para que sejam entregues novos bondes, trilhos e rede aérea foi firmado um acordo com a Carris, empresa de transportes de Portugal.
Uma curiosidade histórica é que a Carris de Portugal já operou e administrou os bondes de Santa Teresa no Rio nos anos de 1940.
A escolha da Carris para o acordo não foi só por questões históricas.
Segundo o Governo do Estado do Rio de Janeiro, ladeiras e terrenos acentuados de Lisboa são as que mais se aproximam da realidade de Santa Teresa para transportes por bondes.
A decisão de investir em bondes, ainda de acordo com o Governo, está mais baseada na manutenção da tradição do bairro do que a viabilidade econômica dos transportes.
Os bondes, além de serem uma marca, atraem turistas, o que acaba contribuindo para compensar o pouco retorno financeiro ou mesmo as dificuldades operacionais.
Os bondes de Santa Teresa foram “aposentados” depois de uma tragédia em agosto de 2011. Um bonde descarrilou, tombou e provocou a morte de 06 pessoas e ferimentos em outras 50.
Enquanto 2013 não chega e os bondes novos das Carris também não, começaram a operar nesta segunda-feira, dia 07 de novembro de 2011, duas linhas especiais de micro-ônibus com o valor da passagem igual dos bondinhos: R$ 0,60.
Como a tarifa das empresas de ônibus é de R$ 2,40, para manter o preço dos bondes para os passageiros, a prefeitura vai subsidiar a diferença de R$ 1,80.
Serão duas linhas, operadas pelo Consórcio Intersul: SE 006 (Silvestre – Castelo) e SE 014 (Paula Matos – Castelo).
Os pontos foram determinados de acordo com o melhor local para a parada dos ônibus.
Os micro-ônibus, mais indicados para as condições do morro que os ônibus convencionais de 12 a 13,2 metros, têm capacidade para 35 passageiros.
A frota pode ser adequada à demanda ao longo da operação.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN
Fonte: Blog Ponto de ônibus
Se não houvesse a farda da VIAÇÃO CIDADE DO RIO DE JANEIRO, provavelmente, nesse serviço, teria essa farda como nas integrações embora eu seja contra esse fardamento nesses pontos pontuais.
ResponderExcluirAgora, o que me incomoda é a AUSÊNCIA do número de ordem mesmo com a famigerada letra na frente.
Se está bancando a diferença entre a passagem modal e a passagem do bonde, então, se tem $$$$$$$ para bancar isso, desconfio AINDA MAIS da omissão da nossa CTC-RJ no passado mais as pseudo-privatizações da Flumitrenas, da Cia do Metrô e da CONERJ. Estou tirando mais conclusões dessa omissão da CTC e dessas privatizações.
Outra coisa. Estou sabendo aqui desse detalhe do uso do dinheiro público para cobrir essa diferença. Para vocês verem o quanto essa mídia carioca é podre e, infelizmente, incluindo a Band Rio (o de SP nacional, acho que não tem o que se questionar). Só queria verificar se no "SBT Rio", esse detalhe de cobrir a diferença com o dinheiro público foi informado pois só livro a cara do jornalismo do SBT.
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