
O busólogo Rafael Ferreira, do fotolog Ônibus In Brasil, fez um comentário irônico quando publicou uma foto de um novo ônibus da Spectrum City da Rodoviária A. Matias, com o padrão visual do consórcio Internorte.
O comentário a seguir foi este: "esse nosso amigo só da sorte, recebi a foto do carro e eu crente que era da ideal e nada, quando percebi o número que a ficha caiu de quem ele realmente era, que sorte, afinal pegar carro zero da matias não é todo dia que se consegue, vi a foto e lembrei de quando tive a sorte de pegar um city dela ainda na pintura verde dela, sentirei saudades dessa pintura meu deus!!"
Isso mostra que, apesar da aparente adesão de busólogos fluminenses ao projeto arbitrário de Eduardo Paes / Alexandre Sansão, também surgem outros busólogos que começam a reprovar esse método de transporte coletivo que, comprovadamente, não traz vantagens reais para os passageiros.
É também notório que o jornalista e busólogo Adamo Bazani (CBN e portal Ônibus Brasil) também começa a contestar a validade desse processo de padronização visual na medida em que se banaliza e se desgasta até em cidades onde a população estava acostumada com a diversidade visual, como o Rio de Janeiro.
O próprio povo, no fundo, também não gosta desse processo, sobretudo quando o serviço de transportes piora. O descrédito às autoridades também agrava esse ceticismo popular. O que se sabe, de certo, é que esse projeto de transporte coletivo lançado em Curitiba em 1974 apresenta um evidente desgaste que nenhuma compra de ônibus novos conseguirá resolver. Até porque isso acaba sendo mera maquiagem.
Como já comentei:começo a ligar o desconfiômetro com essa corrente que defende essa palhaçada que está nas ruas. Pelas postagens, trata-se de busólogos profissionais.
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